Mostrando postagens com marcador gravura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gravura. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 15 de junho de 2022
wip: xilo #3
Enquanto a operação cupim está mais pra caramujo – afinal outros trampos, uma surpresa e a campanha que está no ar *** https://www.catarse.me/marino_da_sonhadora_e_canoeiro *** – a cutelaria de mi padre já produziu outra faca muito, muito bacana; o cabo mais longo ficou ótimo, muchas gracias.
sábado, 30 de abril de 2022
wip: xilo #2
devagar, seguindo quando dá. não se tratava apenas de reanimar o espírito, mas também de retonificar os músculos de cupim! nesse resgate da xilogravura já chegou um presente: meu pai fez para mim essa faca maior e a pequena tombo pôde ser um pouco poupada - acho que me acompanha desde 1992, rsrs
sábado, 16 de abril de 2022
domingo, 9 de agosto de 2009
mairuschka: nova xilogravura
sexta-feira, 12 de junho de 2009
feliz dia dos namorados

2008, gravura em metal - buril - impressão sobre papel Hahnemühle, 15,3 x 18,9
Na última imagem que restava publicar da exposição na galeria cine-sol, minha namorada, Mairuschka, costura... o que me sugere, pelo dia de hoje, uma celebração não só por essa relação de namoro, mas também todo o namoro que estabelecemos com nossas outras relações, de amizade, de parentesco, de vizinhança - uma teia de relações costuradas através de nossa existência. Como está sua tessitura de relações? Que desenhos e padrões você deseja realizar nessa nossa fugaz dança conjunta?
segunda-feira, 25 de maio de 2009
"Já comeu sua Amazônia hoje?"

2005, matriz de xilogravura, 10,3 x 9,4 cm
Postei esse boizinho d'água por conta do texto que reproduzo abaixo; coisa perturbadora que não costuma aparecer neste singelo blog dedicado às minhas imagens "cor-de-rosa". Coisa até mesmo um tanto incoerente, já que comemorei há pouco meu aniversário em uma churrascaria (releve-se que o magnífico buffet de saladas era meu alvo principal) e conheci na vida pelo menos uma dúzia de pecuaristas que jamais gostaria de ofender. Não só incoerente, mas também meio irresponsável: não sei quem é o João Meirelles Filho, e desconheço o Instituto Peabiru. Mas sei que pelo menos uma das minhas leitoras tem essa paciência de verificar as fontes e números, e caso eu esteja propagando inverdades, sintam-se à vontade para comentar. Encontrei no blog do amigo José Bueno, o que é para mim sinônimo suficiente de seriedade para publicar de olhos fechados. De qualquer modo minha pergunta principal, viajando pelo Brasil afora, vendo tanto morro pelado e pasto até o infinito, sempre foi: por que não fazemos pecuária intensiva?
Amazônia: Carnaval ou Quaresma?
Por João Meirelles Filho, do Instituto Peabiru
Para os cristãos o carnaval é o momento da ruptura, onde tudo pode, a folia sem limites. A quaresma, que lhe segue, é a quarentena da comiseração, do sacrifício, da meditação. A palavra carnaval origina-se do latim medieval, de carne levare – abstenção à carne.
A Amazônia dos últimos 40 anos, desde o golpe militar de 1964, é a Amazônia do tudo pode, do carnaval – pode matar índio, pode expulsar caboclo e quilombola, pode grilar terra, pode roubar madeira, pode abrir pasto pra boi, pode garimpar ouro, pode plantar soja, pode transformar castanhal em pasto. Tudo pode.
Deu no que deu: 70 milhões de hectares desmatados para pastarem os bois: mais que a soma dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo juntos!
Para que? Para gerar pífios 0,4% do PIB do Brasil, menos de R$ 10 bilhões, uma renda insignificante, seja pela enorme evasão fiscal, seja por uma atividade de baixa lucratividade e que nem aos pecuaristas vale a pena, que gera pouco menos de 200 mil empregos e não agrega valor à Amazônia. Mesmo a Amazônia nada significa à economia do Brasil: a renda anual é de R$ 71,8 bilhões, 3,4% do PIB do país.
Para a Amazônia só ficam os troféus - campeã mundial de desmatamentos e queimadas, campeã de escravização de mão de obra, campeã de desrespeito aos direitos humanos, campeã de exclusão digital, de doenças tropicais, de localidades sem bibliotecas.
Ao mesmo tempo, em quatro décadas, o Brasil transferiu 1/3 de sua boiada para a Amazônia e, nós, calados, assistimos a tudo sem nos indignarmos.
Hoje discutimos assuntos de segunda importância: se a Amazônia deve ter agricultura como soja ou cana-de-açúcar, que, juntas, não ocupam 5 milhões de hectares. Enquanto isto não tratamos do grande problema da Amazônia, e do Brasil: a pecuária bovina, que ocupa 200 milhões de hectares do país e 70 milhões de hectares na Amazônia.
O boi é o carrapato do Brasil. Suga nossa seiva, nossa selva. O boi suga nossa inteligência, nossa capacidade de pensar, nossa capacidade de nos expressarmos enquanto Nação, nos encouraça – o Brasil é um pasto cercado de arame farpado por todos os lados.
A população da Amazônia, como sempre, nem de carne de qualidade e a baixo preço se beneficia – a carne é mais cara que no Sudeste, de qualidade duvidosa e origem incerta (boa parte é oriunda de abate clandestino, o boi-mato). De toda carne da Amazônia só 15% fica na região. O restante é enviado aos outros retiros do Brasil: São Paulo e o Sudeste devoram a Amazônia. De cada três bifinhos mastigados no Brasil, pelo menos um vem da Amazônia. Você já comeu a Amazônia hoje?
São mais de 75 milhões de cabeças de gado bovino na Amazônia. Em 1964 eram pouco mais de 3 milhões. Em 2020, se nada for feito, serão 200 milhões de cabeças.
Destas 75 milhões, pelo menos 10 milhões são de bois piratas – bois sem registro, sem vacina, sem controle, boi que não paga imposto, boi dentro de terra indígena e parque, que os donos escondem no fundo das invernadas, comercializados sem ninguém saber. A Secretaria da Receita Federal ao não revisar o Imposto Territorial Rural e o anexo 6 do imposto de renda – o formulário da atividade rural –perpetua esta situação.
Para piorar, a pecuária da Amazônia gera desmatamento e queimadas, que tornam o Brasil um dos campeões do aquecimento global. Setenta e cinco por cento da contribuição brasileira ao efeito estufa vem do churrasco pirotécnico amazônico. Você cidadão gasta mais carbono ao comer seu bifinho que com o uso de veículos automotivos ou passagens aéreas.
O governo insiste nesta conversa de controlar desmatamentos e queimadas e se comove no teatro de anunciar as cifras do ano. No entanto, esta medição é como verificar a febre do doente. A causa, mesmo, ninguém discute, especialmente em currais eleitorais de um Congresso Nacional, Assembléias Estaduais e Câmaras Municipais eminentemente pró-pecuaristas.
A verdadeira causa da destruição da Amazônia é o forte crescimento do consumo de carne no último meio século. E o Brasil oferece a Amazônia para ser o grande curral do planeta. Além do sambódromo do Rio e do bumbódromo de Parintins, agora a Amazônia é o bifódromo do Planeta.
A Amazônia tem água barata, tem terra barata, tem mão-de-obra barata e tem pouca fiscalização. Tanto faz se a produtividade é baixa (0,7 cabeças/hectare e menos de 100 kg de proteína animal/ha/ano), se é preciso usar agrotóxico no lombo dos bois, se a biodiversidade e a sociodiversidade são ignoradas, ou se o boi destrói as micro-bacias e polui o maior manancial de água doce do Planeta. Não há, em toda a Amazônia uma única propriedade de pecuária que cumpra 100% da lei brasileira.
Provavelmente, o que se queima de madeira, o que se desvia na festa da evasão fiscal, o que se perde por não se contabilizar e cobrar pelos serviços ambientais, e o que se desperdiça de recursos naturais, seja muitas vezes superior aos ridículos R$ 10 bilhões gerados pela pecuária bovina na Amazônia (comparem com os números da crise financeira global).
Além do mais, como somos um país de generosos, nossos bancos oficiais, o BNDES e o Banco da Amazônia à frente, com o dinheiro suado do contribuinte, são pródigos em ceder créditos vantajosos aos pecuaristas e frigoríficos (são mais de R$ 2 bilhões) e nosso governo apóia o IFC – International Finance Corporation (do Banco Mundial), quando empresta dinheiro (US$ 90 milhões) ao grupo Bertin para transformar a Amazônia em bife. Este grupo é tão sofisticado que, recentemente, foi multado por não conseguir sequer controlar seus efluentes das modernas instalações industriais do matadouro de Marabá, Pará.
As próximas gerações não nos perdoarão por tamanho desprezo pela Amazônia e seus habitantes. Seremos aquela geração que preferiu trocar a Amazônia por mais um bifinho e um saco de carvão. Quando a próxima geração chegar teremos perdido metade, ou mais, da Amazônia porque temos preguiça de tratar o assunto com seriedade.
O que devem pensar de nós o restante do mundo quando nos vêem, pacientemente, transformar a maior floresta tropical do Planeta em picadinho? Será que não pensam assim: como podem os brasileiros, tão alegres no Carnaval, tão simpáticos, tão bonzinhos e inteligentes, aceitar entregar a Amazônia por tão pouco?
Como compreender que emprestamos imensas terras para zelosos fazendeiros, que deveriam servir como imensos castanhais e fontes eternas de madeira, e no fim do dia, há só currais e bois marcados a ferro com seus nomes.
Como entender a política de reforma agrária que transforma mais de 10 milhões de hectares de 3,6 mil projetos de assentamentos da Amazônia em pastos para boi, serrarias ilegais e carvoarias, e mantém na miséria a imensa maioria dos assentados?
Aceitemos nossa reles condição: somos os escravos da pecuária. A pecuária é o principal motor de destruição do Brasil. Foi ela que destruiu a Mata Atlântica, o Cerrado, a Caatinga e agora devora a Amazônia. O estado de São Paulo, famoso por seus canaviais, ainda tem mais terra com boi que para cana. Toda a agricultura do Brasil não ocupa mais que 58,1 milhões de hectares (49 milhões de hectares em grãos (culturas anuais), 6,7 milhões em cana, 2,4 milhões ha em café (IBGE, jan. 2008), outros 5 milhões de hectares são com outras culturas (mandioca, algodão etc.) e há 7 milhões de hectares em florestas plantadas. Conclusão: o Brasil ocupa menos de 70 milhões de hectares com agricultura (8,2% do território nacional), enquanto o carrapato da pecuária se refestela na sua incompetência e já engole 25% do seu e do meu Brasil e agora quer avançar sobre a Amazônia e tomar 50% do Brasil.
Em termos mundiais a situação é ainda mais grave. A pecuária (e a área necessária para produzir comida pra boi) ocupa 40% das terras aráveis do Planeta (FAO, 2007). Isto porque a humanidade escolheu o boi como uma de suas principais fontes de proteína animal. O boi, o pior conversor de energia que existe, precisa comer 7 kg de cereal para produzir 1 kg de carne. A comida que alimenta os boizinhos daria para saciar a fome de todo o planeta e sobraria arroz para o dia seguinte.
O problema é que o consumo de carne cresce de maneira astronômica. Enquanto o argentino e o norte-americano comem mais de 60 kg de carne bovina por ano, o brasileiro come mais de 36 kg e o chinês, magros 5 kg/ano. Se os chineses desejarem (e querem muito) dobrar seu consumo de carne, não há boi no planeta para saciá-los e aí teremos que decidir: vamos alimentar bois para os pratos chineses ou vamos tentar manter o angu do planeta Terra funcionando?
E o Brasil, continuará a ser este grande curral, de fartas churrascarias ou faremos algo mais inteligente e sustentável sobre nosso futuro? É sobre esta Amazônia que precisamos discutir: a Amazônia sustentável, não a dos pecuaristas, pistoleiros, grileiros e ladrões de madeira: até quando seremos reféns desta porteira aberta /fronteira aberta? Até quando vamos ignorar o que se passa dentro das milhares de fazendas, onde tudo pode?
Será que não somos mais competentes em gerar renda por meios mais sustentáveis, a partir de sua biodiversidade, sociodiversidade e recursos naturais e produzir mais que R$ 10 bilhões?
Se só a Vale, uma única empresa privada, pretende investir R$ 20 bilhões na Amazônia em 5 anos, será que nós, brasileiros, não conseguimos decidir o nosso futuro?
Será que não conseguimos uma combinação de atividades sustentáveis a partir da floresta em pé, da recuperação das áreas degradadas com culturas permanentes, de uma aqüicultura cabocla, de uma mineração inteligente e de ecoturismo para valer?
O Brasil sairá da adolescência quando perceber que o boi é o carrapato que suga todas as nossas forças. O boi é o carrapato que faz um verdadeiro carnaval com a gente: tem mais boi que gente neste Brasil.
Está na hora de reaprendermos a ser brasileiros. Cidadania começa em nossos pequenos atos: o que decidimos comer, por exemplo. Está na hora de pilotarmos o carrinho de supermercado cientes de que cada escolha nossa constrói ou destrói a Amazônia. Se para o dono do supermercado tanto faz de onde vem a carne, para você talvez seja diferente. Pergunte, exerça seu direito de consumidor e cidadão.
Prepare a sua fantasia para o próximo carnaval – de curupira, saci-pererê – xô boi feio, o carnaval do ano inteiro - do açaí, do cupuaçú, do ecoturismo, da madeira certificada, do turismo consciente, da Amazônia digna e respeitada. Adeus ao carnaval do Brasil da boiada sem fim.
* João Meirelles Filho é Diretor Geral do Instituto Peabiru.
Fonte: Instituto Peabiru / Envolverde
http://www.peabiru.org.br/2008/downloads/Clipping/carnaval_quaresma.pdf
quinta-feira, 23 de abril de 2009
litho: narciso

2000, lithographia em papel Hahnemühle, 27,6 x 25,7 cm
Depois de minhas buscas nos labirínticos escaninhos virtuais, acho que esta gravura é a última das imagens da exposição na galeria cine-sol que tenho agora disponível - daqui a um mês posto o restante. Coincidentemente esta foi a minha última litografia; fiquei tão apaixonado por cavar madeiras que deixei de lado a lito e dei pouca atenção à gravura em metal, mas foi a litografia, ou mais precisamente, o atelier de litografia da Escola de Belas Artes da UFRJ que me desvelou o sedutor mundo da gravura. E essa imagem eu fiz já no atelier da Escola de Comunicações e Artes da USP. Logo no começo deste blog postei o estudo para esta lito, que por sua vez teve um desenho de observação como referência.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
caderno de gravuras

Eu havia prometido na postagem anterior, mas esse certamente é um caderno deveras difícil de fotografar. Coloquei umas imagens da capa e do caderno aberto, mas não todo. Essas duas tiras se abrem para a esquerda e direita do caderno. De qualquer modo, a graça de um caderno é vê-lo e manuseá-lo; por aqui, fica tudo muito aquém... Assim que eu voltar de viagem aviso quando o caderno estiver disponível na biblioteca da ECA (USP), caso alguém se interesse.
sábado, 12 de julho de 2008
seqüência de gravuras




xilogravura sobre papel
As quatro imagens acima são as gravuras que compõem, junto com as outras quatro mencionadas na postagem anterior, a seqüência de gravuras do meu tcc apresentado no começo deste ano. Todas estas já haviam sido mostradas por aqui, mas não com as mesmas cores e dimensões. Das outras quatro imagens, só espelho e meio-dia estão com as dimensões originais; as outras foram reenquadradas para se ajustar ao formato do caderno. Vou tentar fotografá-lo para colocar na próxima postagem; já tentei uma vez sem sucesso, o caderno todo aberto fica muito comprido.
No meu flickr, nesta foto e nesta outra, das folhas do caderno secando, dá para se ter uma idéia...
domingo, 6 de julho de 2008
meio-dia

xilogravura sobre papel
Percebi na outra postagem que ainda não havia mostrado esta gravura por aqui. Como as anteriores, é uma imagem de 1998, e a gravura é do mesmo ano; esta eu consegui não perder!!
Completa, com espelho, vagante e o templo, a primeira seqüência da publicação do meu tcc.
Abaixo, o desenho de observação que serviu de referência.

nanquim sobre papel
quinta-feira, 3 de julho de 2008
o templo widescreen remastered

xilogravura sobre papel
Como na postagem anterior, esta também é uma imagem de dez anos atrás. Mas aquela, o espelho, era um desenho que aguardou todo este tempo para se tornar uma gravura. Já esta, o templo, foi a única xilo em que desenhei direto em cima da madeira, de observação. Foi na mesma época do desenho do espelho, em que andava pelo campus da USP com meu caderninho, pincel japonês e nanquim, produzindo desenhos para a ótima aula de desenho da paisagem do Sr Marco Buti. Quando, no semestre seguinte, freqüentei a aula de introdução à xilo deste mesmo grande artista e professor, continuei no clima das paisagens e do traço à nanquim que se adequava muito bem à linguagem da xilo. Passei um bom tempo um pouco aprisionado por esta imagem, sem conseguir fazer uma outra gravura que considerasse "melhor", e, pasmem, nunca repeti o processo de desenhar direto na tábua... Bons anos se passaram e acabei por perder a matriz original, que viria a fazer grande falta na seqüência impressa que produzi este ano para o meu trabalho de conclusão de curso. Para suprir esta falta, pus-me ao trabalho de refazer a matriz, a partir de uma prova impressa, e aproveitei para deixar-lhe um pouco mais larga; a primeira matriz sempre me pareceu um pouco apertada. A imagem acima é uma prova dessa nova matriz, refeita e alargada, daí essa brincadeira de widescreen remastered... Ah, sim, já ia esquecendo que não foi a primeira vez que refiz essa imagem; na exposição do ano passado no Centro Cultural São Paulo, Oniforma, expus uma versão bem maior (agora não me lembro do tamanho certo, usei meio compensado...), mas ampliando a imagem "no olho", enquanto nesta usei a magnífica tecnologia do papel carbono!!
Segue abaixo a prova da matriz original...

xilogravura sobre papel
sexta-feira, 6 de junho de 2008
espelho

xilogravura
Um pouco repetitivo para quem vê o meu Flickr, mas é a imagem que segue, cronologicamente, após a série de Boracéia; apesar desses desenhos terem sido coloridos bem depois... Esta xilo foi a primeira deste ano, a penúltima imagem a ser incluída no meu projeto de graduação. E isto também já é passado; coisas estranhas que podem ocorrer na mente de quem já leu gibis com histórias de multiversos? Ah, e o desenho original para esta xilo foi feito dez anos atrás, hihi...
domingo, 26 de agosto de 2007
domingo, 19 de agosto de 2007
domingo, 5 de agosto de 2007
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
domingo, 13 de agosto de 2006
sexta-feira, 2 de junho de 2006
maíra na rede: xilogravura
sábado, 10 de dezembro de 2005
domingo, 4 de dezembro de 2005
Assinar:
Postagens (Atom)











